Levantamento de 3 de novembro encontrou preços entre R$ 14,98 e R$ 19,98; segundo o portal, valores podem seguir elevados até o fim do ano.
O quilo do tomate foi encontrado por até R$ 19,98 em um levantamento do Portal ES Fala realizado em dois supermercados de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo. Segundo a publicação, divulgada em 4 de novembro, a pesquisa ocorreu na terça-feira (3) e registrou preços a partir de R$ 14,98.
Informações divulgadas
A diferença entre os valores registrados nos estabelecimentos foi de R$ 5 por quilo. O levantamento retrata os preços encontrados nesses dois supermercados na data da consulta e permite comparar quanto a mesma quantidade do produto custava em cada um deles.
A expectativa relatada pelo ES Fala é de que o tomate possa continuar com preços elevados até o fim de 2026. A previsão, porém, depende do comportamento do clima e da disponibilidade do produto nas semanas seguintes, e não representa uma garantia de manutenção dos valores registrados na pesquisa.
Contexto
Ao tratar das possíveis razões para o encarecimento, o portal aponta as condições climáticas como um dos fatores que podem interferir na produção e na oferta. Essa explicação é apresentada como uma possibilidade para a alta, sem estabelecer uma causa comprovada para os preços encontrados em Colatina.
Conforme a publicação, tanto períodos de chuva intensa quanto de estiagem podem prejudicar as lavouras. Esses efeitos podem diminuir a quantidade disponível para venda e aumentar os custos de produção e distribuição, com reflexos no valor cobrado ao consumidor nas prateleiras.
O que muda para a população
De acordo com o ES Fala, o aumento foi observado especialmente na última semana de outubro. A reportagem descreve um impacto no orçamento das famílias que incluem o alimento nas compras do dia a dia, já que o tomate é utilizado em saladas, molhos e outras receitas.
Serviço
Para reduzir o gasto, a orientação apresentada pelo portal é comparar preços antes da compra e acompanhar as ofertas. Nos valores observados em 3 de novembro, escolher o estabelecimento mais barato representaria uma economia de R$ 5 por quilo. A publicação também sugere diminuir temporariamente a quantidade comprada ou substituir o tomate por outros alimentos, conforme a necessidade de cada família.
Fontes
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