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Professora relata agressão por aluno em sala de aula na zona rural de Marilândia

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Segundo relato divulgado pelo ES Fala, estudante teria derrubado mesas, empurrado colegas e chutado a educadora em uma escola da comunidade de São Marcos.

Uma professora relatou ter sofrido agressões de um aluno dentro de uma sala de aula em uma escola da comunidade de São Marcos, na zona rural de Marilândia. As informações foram divulgadas pelo portal ES Fala nesta quinta-feira, 5 de novembro. Segundo a educadora, o episódio envolveu mesas derrubadas, empurrões contra colegas e chutes dirigidos a ela.

Informações divulgadas

Na manhã do ocorrido, conforme a versão apresentada pela educadora, o aluno entrou na sala, mas resistiu a continuar no ambiente. Em seguida, teria jogado sua mesa no chão repetidas vezes, mesmo após receber orientações para parar. A professora disse que ele também empurrou outros estudantes e derrubou mais duas mesas, aumentando o tumulto.

A educadora afirmou que estava na porta quando o estudante avançou em sua direção. Segundo ela, segurou as mãos dele para evitar tapas ou arranhões e tentar controlar a situação, com a preocupação de preservar a integridade física do aluno e dos colegas que estavam na sala.

Ainda de acordo com o relato, o estudante teria passado a chutá-la após essa intervenção. A professora disse que tentou afastá-lo e interromper as agressões em três ocasiões, mas que o comportamento persistiu. Ela afirmou que sua preocupação durante o episódio era proteger todos os envolvidos, inclusive o próprio aluno.

Contexto

De acordo com as informações recebidas pelo veículo, a professora afirmou que o estudante tinha dificuldades frequentes para entrar na sala e permanecer no local. Ela relatou que, antes do episódio, profissionais da instituição já haviam feito diversas tentativas de acolhimento, diálogo e intervenção para lidar com essas situações.

A publicação não informa a idade do estudante e preserva tanto sua identidade quanto o nome da escola. O relato não esclarece se houve ferimentos ou atendimento médico. Também não apresenta informações sobre possíveis providências da direção após o episódio. O ES Fala informou que mantém espaço aberto para manifestações da instituição e dos demais envolvidos.

O que muda para a população

Ao descrever o caso, a professora também manifestou preocupação com a violência enfrentada por profissionais da educação. Na avaliação dela, agressões físicas, ameaças e desrespeito não devem ser aceitos como parte da rotina escolar. A educadora afirmou ter decidido formalizar sua reclamação para resguardar seus direitos profissionais e expressou preocupação com a falta de soluções efetivas para situações semelhantes.

Fontes

ES Fala

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